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Crise na educação é avanço das Edtechs

O seminário ‘Edtech – Inovação e Tecnologia na Educação’ mostrou como as startups revolucionam o setor. O professor Marcos Sêmola, do Founder Institute, traçou a importância da Educação 4.0 para empoderar o empreendedor e construir os alicerces do que chama de “sociedade exponencial’, onde a tecnologia transforma a vida das pessoas e das empresas em curto espaço de tempo.

“Qualquer atividade repetitiva que possa ser modelada será robotizada. Mas a criatividade não é modelável”, disse. Ele destacou que 47% das profissões vão desaparecer em 25 anos. “Não há mais espaço para amadorismo e trabalho de baixo valor agregado”, sentenciou. Segundo Sêmola, é preciso estimular mais tentativas e erros, ensinar os novos profissionais a arriscarem e a pensar e agir com mente colaborativa. “Errar é uma etapa importante do processo criativo”.

Segundo ele, existe hoje no Rio de Janeiro um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos modelos de negócios envolvendo trabalho em rede colaborativo. “O Rio nunca esteve tão quente, com novas aceleradoras e espaços de coworking”, disse ele. O próprio Founder Institute, criado no Vale do Silício (EUA), se instalou este ano na cidade e já contempla 34 estabelecimentos.

José Luiz Sursini, da Assespro-RJ, mostrou cenários e oportunidades para as edtechs e as transformações que fazem no ensino com novas plataformas. Ainda durante o seminário, Gerson Bronstein falou sobre fusões e aquisições na educação. Exemplos de start-ups que estão revolucionando o setor de educação foram mostrados. Samir Iásbeck de Oliveira trouxe o case da Qase Qranio, que saiu do zero e passou a ganhar R$ 20 milhões.

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