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Saúde é mercado de U$3,3 tri onde casamento entre grandes corporações e startups pavimenta crescimento

O “Alô Márcia” é um assistente de gerenciamento de filas, consultas, exames, filas de espera nos serviços de atendimentos que pretende universalizar o acesso à saúde, melhorar e humanizar a experiência dos usuários/pacientes, administrar a demanda entre espaços subutilizados e sobre utilizados. A solução, que será apresentada no seminário Health Tech na manhã do dia 24, durante o Rio Info 2018, busca contribuir para elevar a qualidade dos atendimentos com redução de custos e foi uma das selecionadas no Hacking Rio. De acordo com Alex Lucena, coordenador do painel, é um dos exemplos da importância crescente das startups no segmento da saúde.

Segundo Lucena o casamento entre as startups e as grandes corporações do setor de saúde é positivo para todos envolvidos, inclusive para a população. As grandes têm a possibilidade de acessar inovações, muitas disruptivas, às quais  não conseguiriam desenvolver intra muros. “Quanto maior é a corporação maior é a possibilidade dela estar absorvida pelo dia a dia, sem ter condições de pensar em nada realmente novo. E elas já perceberam isso e sabem que têm nas startups o melhor caminho.

Já para as startups, diz Lucena, é a chance de abrir um novo mercado, de vender sua ideia. Ter acesso a um faturamento. Ele destaca que esses empreendedores são super antenados e por terem estruturas enxutas, são ágeis e flexíveis. Para eles é mais fácil encontrar soluções para novas situações. “É como na navegação. As grandes corporações são transatlânticos, levam muita carga e vão longe. Já as startups são como lanchas com apenas dois tripulantes.”

O emprego da tecnologia na saúde é uma aposta dos grandes investidores, afirma Lucena. O mercado gira mais de U$3,3 trilhões, sendo o que mais cresce no mundo. Entre os motivos está o aumento da expectativa de vida das populações que contam com a tecnologia não só para viver por mais tempo, mas também com mais qualidade.

Lucena diz que a tecnologia da saúde incorpora o esporte, pois encara a área de saúde não pelo foco da doença, mas do bem estar. “Quando falamos de tecnologia na saúde é de forma ampla. Vai da TI à biotecnologia. Um exemplo da amplitude e importância é que no Hacking Rio este foi o primeiro segmento a esgotar a bilheteria, além de termos contado com mais de cem hackers e com 25 mentores.

No painel do Rio Info Lucena mediará a participação de três executivos responsáveis por programas de inovação aberta (Open Innovation) de grandes corporações de saúde,  Thiago Julio da Dasa (medicina diagnóstica); Gabriela de Salles van der Linden – da Rede D’Or e Salvador Gullo Neto, da Unimed Porto Alegre.

Além destes, as startups terão espaço para apresentarem suas soluções em pitchs de até dez minutos.  “Vamos combinar dois mundos que se precisam, afirma.

Além da “Alô Márcia”, devem estar presentes, entre outras, soluções como a “Troca & Empresta”, uma plataforma para compartilhamento de materiais e medicamentos entre instituições de saúde; a “Mexa-se”, uma solução gamificada para promoção de saúde e bem estar focada em pessoas sedentárias. Por meio de um app para iOS que proporciona uma aventura em família com missões que acontecem no ambiente urbano do Rio de Janeiro e a Sigabrt, destinada a resolver atrasos nas filas do SUS para obtenção de medicamentos devido à ineficiência no processo de gestão e controle de medicamentos. A solução oferece o controle dos medicamentos na palma da mão do farmacêutico.

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