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Cervejarias artesanais demandam TI acessível na Beer Tech

Sistemas de monitoramento online com alertas que permitam reduzir o risco de perder lotes e ter maior controle sobre os processos produtivos é uma das demandas dos produtores de cervejas artesanais, segundo Carlos Witte, da Cervejaria Ferdinander, e coordenador do seminário Beer Tech. Segundo diz, estas tecnologias ainda são pouco acessíveis para micro cervejarias.

Witte afirma que o setor de cervejas artesanais se encontra em rápida expansão e considera que as novas tecnologias são fundamentais para ajudar a sustentar e qualificar esse crescimento. No entanto diz que são poucos produtos e serviços de TI que atendem, com custo reduzido, especificamente ao segmento. “Vejo maior destaque da TI na etapa do marketing e no processo produtivo. As ferramentas digitais são fundamentais para inserir e consolidar uma marca no mercado.”

O empresário diz  que a TI auxilia no controle, com a utilização de dados comparativos para garantir a padronização do produto e otimizar o processo.  No entanto, afirma que a maioria das micro cervejarias não possui tecnologias de ponta devido à escassez de fornecedores com capacidade de desenvolvimento de novas tecnologias e, principalmente, pelo alto investimento necessário. “A TI normalmente é terceirizada, nos controles de estoque e de vendas (com ferramentas para facilitar a rastreabilidade dos produtos) e na área de marketing digital (com o desenvolvimento de ferramentas de disseminação da marca).

Com a coordenação da Amacerva (Associação de Micro Cervejarias do Estado do Rio de Janeiro) e a mediação de Witter, o Beer Tech reunirá Leonardo Gil (Three Monkeys Beer) e Mariana Boynard (Cervejaria Esplêndido), que narrarão suas experiências de empreendedores cervejeiros em atividades como logística, estoque, produção, comercialização e marketing, nas quais o uso intenso da TI é fundamental.

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